All posts by Gabriela Zago

Nova capa Verbeat

Já está no ar a nova página inicial da Verbeat Blogs, em versão sabor limão [leve sensação de deja vù, embora uma coisa não tenha absolutamente nada a ver com a outra…]. Dentre as novidades, maior destaque para os últimos posts, e visual mais leve (para passar a idéia de que ler flutua). E o mais legal: dá para assinar um feedzão de tudo 😀

O redesenho ficou a cargo da Olivia Maia.

Em tempo: Este post faria mais sentido em um blog Verbeat. Mas eu não me sentiria à vontade, na qualidade de avatar, para falar de assuntos blogosféricos 😛

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Metas para os próximos dias

– Parar o tempo e/ou fazer com que os dias tenham mais horas.
– Adquirir o dom da onipresença.
– Resistir à tentação de assinalar “mark all as read” nos mais de mil feeds atrasados no Google Reader.
– Começar e terminar de escrever um livro.
– Voar ou teletransportar-se de um lugar a outro (perder tempo com deslocamento é para os fracos).
– Ler dez livros ao mesmo tempo e colocar lista de leituras em dia.

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Todos contra um

Orkut, MySpace, LinkedIn, hi5, Flixster, slide, iLike e Ning se uniram para quebrar a hegemonia do Facebook. Como? Todos planejam adotar a “nova” tecnologia OpenSocial, anunciada oficialmente ontem pelo Google. A plataforma permite que programadores externos criem “widgets” a serem usados nas páginas do Orkut e de outras redes sociais que aderirem ao programa. (Sim, trata-se de mais uma forma de trabalhar de graça para o Google.)

A novidade só não é maior porque o Facebook já faz isso desde maio deste ano. A diferença é que o Google permitirá que outras redes sociais se utilizem da mesma plataforma para criação de widgets.

Já tem até um Google Blog para falar do desenvolvimento da API do OpenSocial. E a documentação já está disponível no Google Code. Programadores interessados em criar aplicativos para o Orkut podem se inscrever aqui. Curiosos também podem acompanhar alguns exemplos.

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National Novel Writing Month

Começa amanhã a nona edição do National Novel Writing Month. De 1° a 30 de novembro, cerca de 90 mil pessoas de todas as partes do mundo colocarão suas mentes em efervescência em busca de inspiração para escrever uma história de ficção de pelo menos 50 mil palavras.

Do e-mail de “aquecimento” enviado hoje pela equipe do site:

Para aqueles que são novos ao NaNo, gostaria de rapidamente repassar o cronograma para o próximo mês.

Passo 1: Continue lendo este e-mail; aprenda o segredo do NaNoWriMo.
Passo 2: Espere até 00:01, hora local, de 1° de novembro.
Passo 3: Escreva um livro.

E é basicamente isso. Não há regras, regulamentos rígidos ou requisitos a serem seguidos. Basta escrever a história durante o mês de novembro. Ainda segundo o mesmo e-mail, deve-se escrever sem se preocupar com o estilo. Dezembro é o mês para edição do texto 🙂

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Espremendo o Limão

Alguém consegue imaginar os termos conteúdo colaborativo e Estadão na mesma frase?

Está no ar desde a última quinta-feira (25) a versão Beta do Limão. Este grande espaço “wiki” permite a criação e edição de documentos por várias pessoas e está voltado à produção de conteúdo pelo usuário, de forma interativa, em sintonia com a tendência do mercado digital. O Limão é isso, mas vai além. Sua proposta é produzir uma mistura saborosa que forneça subsídios para as pessoas trocarem idéias de forma mais relevante, criando comunidades realmente participativas. (Limao.com.br)

Sim. Do Grupo Estado. Por enquanto em versão beta, limitada a usuários com convite. Espero que este Limão não seja tão amargo quanto outros

Update 02/11 — recebi um convite para o Limão. Primeira impressão geral: meio “favela” a coisa… Público tipo Orkut. Mas ainda vale explorar mais antes de emitir uma opinião geral sobre o sistema…

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Palestra no Second Life

panfleto

inscreva-se aqui

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Um rio de notícias

Baseado na idéia de que as pessoas que procuram notícias na Internet querem novidades (‘news’) e não velharias (‘olds’), Dave Winer, um dos precursores da tecnologia RSS, criou o formato por ele denominado de “rio de notícias” (newsriver). Nesse formato, as notícias são dispostas em ordem cronológica inversa. Há um link para a matéria, seguido de um brevíssimo resumo do acontecimento. Fatos de mais de 24 horas atrás são removidos da página. O resultado é um rio de notícias, em que as informações mais atuais aparecem no topo da página. Pense no Twitter (de acordo com Winer, “um grande rio com todas as pessoas que você segue”). Pense em um “minuto a minuto” que cubra todos os fatos do dia.

Doc Searls (um dos autores do The Cluetrain Manifesto) fez um texto em seu blog elogiando a idéia de Winer. Para ele, “Notícias são um rio, e não um lago. São ativas, e não estáticas. Trata-se do que está acontecendo, e não do que aconteceu. Ou não apenas do que aconteceu”.

Um “rio de notícias” não serviria para todo e qualquer tipo de notícias. Ainda haveria a necessidade de se produzir matérias completas sobre determinados fatos. A idéia é usar o modelo de rio apenas para notícias do estilo atualização contínua, para fatos recentes, enfim, para acontecimentos ‘novos’.

De acordo com Betsy Devine, “Sim, é claro que os leitores também querem matérias bem escritas com análises cuidadosas. Mas quando nós estamos ansiosos para saber o que está acontecendo agora, nós não queremos essa informação em ritmo mais lento e misturada com um monte de outras coisas que não nos interessa”

Para entender a idéia de Winer na prática:
Experimente abrir o NYTimesRiver em um navegador de celular. Você terá apenas as novidades do dia, e nada mais. O público-alvo é bastante específico: pessoas que querem saber o que está acontecendo agora, e apenas isso.

Também dá para navegar por palavras-chave. Da mais popular à menos freqüente. Basta parar o mouse em cima dos numerozinhos para saber o título da notícia. A lista de palavras-chave é atualizada de hora em hora, e renovada uma vez por dia (“After all this is news, not olds”…).

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Restrição à circulação de veículos impressos gratuitos

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), decidiu rever a medida que passou a vigorar na semana passada na capital paulista proibindo a circulação de determinados tipos de publicações gratuitas nas ruas da cidade. Pela redação original da lei, já em vigor, estaria proibida a circulação de veículos impressos gratuitos que tivessem menos de 80% de conteúdo jornalístico. O objetivo seria impedir a distribuição excessiva de anúncios publicitários.

A medida foi altamente criticada, inclusive por vereadores. O motivo? Tanto a Constituição Federal quanto a Lei de Imprensa asseguram a liberdade de informação. Além disso, exigir no mínimo 80% de conteúdo jornalístico de uma publicação restringiria enormemente a circulação de pequenos jornais de bairros, sustentados muitas vezes por intensa publicidade.

Como a intenção original ao se promulgar a lei era a de intensificar a proibição à distribuição de panfletos (proibidos em São Paulo desde 2002) e regular a distribuição de jornais, a medida será revista nos próximos dias.

De qualquer modo, é algo um tanto absurdo o poder Executivo pretender, por meio de uma lei municipal, legislar acerca de como deve ser realizada a distribuição de conteúdo de uma publicação impressa. Pareceria menos insano (embora igualmente absurdo) restringir em termos de conteúdo (censura explícita), do que adotar medidas que cerceiam absolutamente qualquer tentativa de expressão.

A alteração proposta pretende substituir o atual §2° do artigo 26 da Lei Municipal n° 14.517 de 16 de outubro de 2007, de

§ 2º. Excetua-se da vedação estabelecida no “caput” deste artigo a distribuição gratuita de jornais e publicações contendo, no mínimo, 80% (oitenta por cento) de matéria jornalística, nos termos a serem definidos em regulamentação própria.

para

§ 2º. Considerando o disposto no inciso IX do artigo 5º da Constituição Federal, excetua-se da vedação estabelecida no “caput” deste artigo a distribuição gratuita de jornais e periódicos que se enquadram na Lei Federal nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967″

A título de curiosidade, o inciso IX do artigo 5° da Constituição Federal diz que ”é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Dentre os requisitos estabelecidos pela Lei Federal n° 5.250/67 (Lei de Imprensa) para a circulação de jornais, está a obrigatoriedade de registro.

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Lo dia internacional de hablarse portuñol

Hoy, el 26 de octubre de 2007, es lo dia oficial de hablarse portuñol. La pagina del movimiento sugere que se hable en portuñol en nuestras bitácoras, y también en todas las situaciones de lo dia de hoy. Tomé conocimiento del fato mui tarde. Pero ainda hay tiempo para praticar un poquito de portuñol.

Según la Wikipedia, el portuñol es una “interlíngua”, o seja, una tentativa de aproximación entre dos línguas. La pagina también estabelece una relación com el galego – pero el galego es un idioma real, hablado en Galícia, en España – diferentemiente del portuñol, que es hablado por la gente que tiene preguiça de apriender el idioma español, en caso de hablar portugués, o de apriender el portugués, caso hableie español.

La Descicopledia enumera como un interesante sinonimo del portuñol el termino “enrolación”. Aún segun el mismo vehiculo, uno de los expoentes habladores de portunõl es Banderley Lutchenbuergo.

De qualquiera modo, ainda hay tiempo de ir a un barzito brasilenho sólo para no perder la oportunidad de pedir un perro caliente con cueca cuela.

Sobre a idéia: o dia internacional de falar portunhol surgiu em 2005, a partir da idéia de criar uma versão brasileira Herbert Richers para o Talk Like a Pirate Day.

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Trabalhar de graça para o Google

Com a nova versão do Google Tradutor, passamos a contar com mais uma opção para trabalhar de graça para o Google.

Essa versão foi totalmente desenvolvida pelo próprio Google. Mas o destaque fica por conta da opção “Sugira uma tradução melhor”, que aparece logo abaixo de uma tradução efetuada pelo site. Dessa forma, o Google passa a se aproveitar da colaboração de anônimos para tentar aprimorar sua ferramenta de tradução. É nessa parte que passamos a “trabalhar” de graça para o Google.

Esse é também o mesmo princípio que rege o Google Image Labeler, um joguinho (?) no qual as pessoas ajudam o Google a “etiquetar” (“taguear”?) as imagens do Google Imagens.

Dentre as novidades do Google Tradutor, tem até o bizarro complexo sistema de Pesquisa Traduzida:

“Como funciona a pesquisa?
1. Procure por energia solar, de português para inglês.
2. Nós traduzimos sua pesquisa para “solar power” e exibimos as páginas resultantes em inglês.
3. Por fim, traduzimos as páginas resultantes em inglês de volta para o português.”

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